quinta-feira, 28 de março de 2019

Romantismo





Boa noite!!




O Romantismo no Brasil



  • Após 1822, cresce no Brasil independente o sentimento de nacionalismo, busca-se o passado histórico, exalta-se a natureza da pátria; na realidade, características já cultivadas na Europa e que se encaixavam perfeitamente à necessidade brasileira de ofuscar profundas crises sociais, financeiras e econômicas. De 1823 a 1831, o Brasil viveu um período conturbado como reflexo do autoritarismo de D. Pedro I: a dissolução da Assembleia Constituinte ; a Constituição outorgada; após Confederação do Equador; a luta pelo trono português contra seu irmão D. Miguel; a acusação de Ter mandado assassinar Líbero Badaró e, finalmente, a abdicação. Segue-se o período regencial e a maioridade prematura de Pedro II. É neste ambiente confuso e inseguro que surge o Romantismo brasileiro, carregado de lusofobia e, principalmente, de nacionalismo.
São palavras de Gonçalves de Magalhães:

“Não se pode lisonjear muito o Brasil de dever a Portugal sua primeira educação, tão mesquinha foi ela que bem parece Ter sido dada por mãos avaras e pobres. No começo do século atual, com as mudanças e reformas que tem experimentado o Brasil, novo aspecto apresenta a sua literatura. Uma só ideia absorve todos os pensamentos, uma ideia até então desconhecida; é a ideia da pátria; ela domina tudo, e tudo se faz por ela, ou em seu nome. Independência, liberdade, instituições sociais, reformas políticas, todas as criações necessárias em uma nova Nação, tais são os objetivos que ocupam as inteligências, que atraem a atenção de todos, e os únicos que ao povo interessam.”

Características do Romantismo

Um dos fatos mais importantes do Romantismo foi a criação de um novo público, uma vez que a literatura torna-se mais popular, o que não acontecia com os estilos de época de características clássicas. Surge o romance , forma mais acessível de manifestação literária; o teatro ganha novo impulso, abandonando as formas clássicas. Com a formação dos primeiros cursos universitários em 1827 e com o liberalismo burguês, dois novos elementos da sociedade brasileira representam um mercado consumidor a ser atingido: o estudante e mulher. Com a vinda da família real, a imprensa passa a existir no Brasil e, com ela, os folhetins, que desempenharam importante papel no desenvolvimento no romance romântico.No prefácio de Suspiros poéticos e saudades, Gonçalves de Magalhães nos dá uma ótima visão do que era o romantismo para um autor romântico:“É um livro de poesias escritas segundo as impressões dos lugares; ora assentado entre as ruínas da antiga Roma, meditando sobre a sorte dos impérios;  ora no cimo dos Alpes, a imaginação vagando no infinito como um átomo no espaço; ora na gótica catedral, admirando a grandeza de Deus, e os prodígios do cristianismo; ora entre os ciprestes que espalham sua sombra sobre os túmulos; ora enfim refletindo sobre a sorte da pátria, sobre as paixões dos homens, sobre o nada da vida. Poesias d’alma e do coração, e que só pela alma e pelo coração devem ser julgadas. Quanto à forma, isto é, a construção, por assim dizer, material das estrofes, nenhuma ordem seguimos; exprimindo as ideias como elas se apresentaram, para não destruir o acento da inspiração; além de que, a igualdade de versos, a regularidade das rimas, e a simetria das estrofes produz uma tal monotonia, que jamais podem agradar.”Realmente, Gonçalves de Magalhães define o Romantismo e suas características básicas sob dois aspectos: o de conteúdo e o de forma.   Quanto ao conteúdo, os românticos cultivavam o nacionalismo , que se manifestava na exaltação da natureza da pátria, no retorno ao passado histórico e na criação do herói nacional, no caso brasileiro, o índio  (o nosso cavaleiro medieval). Da exaltação do passado histórico vem o culto à Idade Média, que, além de representar as glórias e tradições do passado, também assume o papel de negar os valores da Antiguidade Clássica. Da mesma forma, a natureza ora é a extensão da pátria ora é um prolongamento do próprio poeta e seu estado emocional, um refúgio à vida atribulada dos centros urbanos do século XIX.Outra característica marcante no romantismo e verdadeiro “cartão de visita” de toda a escola foi o sentimentalismo , a valorização dos sentimentos, das emoções pessoais: é o mundo interior que conta, o subjetivismo . e à medida que se volta para o eu, para o individualismo, o pessoalismo, perde-se a consciência do todo, do coletivo, do social. A constante valorização do eu  gera o egocentrismo ; os poetas românticos se colocavam como o centro do universo. É evidente que daí surge um choque da realidade e o seu mundo. A derrota inevitável do eu leva a um estado de frustração e tédio. Daí as seguidas e múltiplas fugas da realidade : o álcool, o ópio, as “casa de aluguel” (prostíbulos), a saudade da infância, a idealização da sociedade, do amor e da mulher. No entanto, essa fugas tem ida e volta, exceção feita à maior de todas as fugas românticas: a morte.  

Já ao final do Romantismo brasileiro, a partir de 1860, as transformações econômicas, políticas e sociais levam a uma literatura mais próxima da realidade; a poesia reflete as grandes agitações, como a luta abolicionista, a Guerra do Paraguai, o ideal de República. É a decadência do regime monárquico e o aparecimento da poesia social  de Castro Alves. No fundo, uma transição para o realismo.Quanto ao aspecto formal, a literatura romântica se apresenta totalmente desvinculada dos padrões e normas estéticas do Classicismo. O verso livre , sem métrica e estrofação, e o verso branco , sem rima, caracterizam a poesia romântica.

Romantismo - Poesia

Aquarela do Brasil
Oh!
Oi, essas fontes murmurantes
Onde eu mato minha sede
e onde a lua vem brincar
Oi, esse brasil lindo e trigueiro
É o meu Brasil brasileiro 
Brasil, Brasil...
Deixa cantar de novo o trovador
À merencória luz da luaToda a canção do meu amor
Oi, esse Brasil lindo e trigueiroÉ o meu Brasil brasileiro
Terra de samba e pandeiroBrasil, Brasil...
O romantismo se inicia no Brasil 1836, quando Gonçalves de Magalhães publica na França a Niterói – Revista Brasiliense, e no mesmo ano lança um livro de poesias românticas intitulado Suspiros poéticos e saudades.Em 1822, D. Pedro I concretiza um movimento que se fazia sentir, de forma mais imediata, desde 1808: a independência do Brasil. A partir desse momento, o novo país necessita inserir-se no modelo moderno, acompanhando as nações independentes da Europa e América. A imagem do português conquistador deveria ser varrida; há a necessidade de auto-afirmação da pátria que se formava. O ciclo da mineração havia dado condições para que as famílias mais abastadas mandassem seus filhos à Europa, em particular França e Inglaterra, onde buscam soluções para os problemas brasileiros, apesar de não possuir o Brasil a mesma formação social dos países industrializados da Europa, representada pelo binômio burguesia/ proletariado. A estrutura social brasileira ainda era marcada pelo binômio aristocracia/ escravo; o “ser burguês” era mais um estado de espírito, norma de comportamento, do que uma posição econômica e social.É nesse contexto que encontramos Gonçalves de Magalhães viajando pela Europa. Em 1836, vivendo o momento francês, funda a revista Niterói , da qual circularam apenas dois números, em paris. Nela, publica o “Ensaio sobre a história da literatura brasileira”, considerado o nosso primeiro manifesto romântico:“Não, oh!  Brasil! No meio do geral merecimento tu não deves ficar imóvel e tranquilo, como o colono sem ambição e sem esperança. O germe da civilização, depositado em seu seio pela Europa, não tem dado ainda todos os frutos que deveria dar, vícios radicais têm tolhido seu desenvolvimento. Tu afastaste do teu colo a mão estranha que te sufocava, respira livremente, respira e cultiva as ciências, as artes, as letras as indústrias e combate tudo o que entrevá-las pode.”O ano de 1881 é considerado marco final do romantismo, quando são lançados os primeiros romances de tendência naturalista e realista (O mulato, de Aluísio Azevedo, e Memórias de Brás Cubas , de Machado de Assis), embora desde 1870 já ocorressem manifestações do pensamento realista na Escola de Recife, em movimento liderado por Tobias Barreto.

AS GERAÇÕES ROMÂNTICAS

Como vimos no início do capítulo, percebe-se nitidamente uma evolução no comportamento dos autores românticos; a comparação entre os primeiros e os últimos representantes dessa escola revela traços peculiares a cada fase, mas discrepantes entre si. No caso brasileiro, por exemplo, há uma distância considerável entre a poesia de Gonçalves Dias e a Castro Alves. Daí a necessidade de dividir o Romantismo em fases ou gerações. Assim é que no Romantismo brasileiro podemos reconhecer três gerações :
Primeira Geração – geração nacionalista ou indianista
Marcada pela exaltação da natureza, volta ao passado histórico, medievalismo, criação do herói nacional na figura do índio, de onde surgiu a denominação de geração indianista. O sentimentalismo  e a religiosidade são outras características presentes. Entre os principais autores podemos destacar Gonçalves Dias, Gonçalves de Magalhães e Araújo Porto Alegre.
Segunda Geração – geração do “mal do século”
Fortemente influenciada pela poesia de Lord Byron e Musset, é chamada, inclusive, de geração byroniana. Impregnada de egocentrismo, negativismo boêmio, pessimismo, dúvida, desilusão adolescente e tédio constante – característicos do ultra-romantismo, o verdadeiro “mal do século”- seu tema preferido é a fuga da realidade, que se manifesta na idealização da infância, nas virgens sonhadas e na exaltação da morte. Os principais poetas dessa geração foram Álvares de Azevedo, Casimiro de Abreu, Junqueira Freire e Fagundes Varela.
Terceira geração – geração condoreira
Caracterizada pela poesia social e libertária, reflete as lutas internas da Segunda metade do reinado de D. Pedro II. Essa geração sofreu intensamente a influencia de Victor Hugo e de sua poesia político-social, daí ser conhecida como geração hugoana. O termo condoreirismo é consequência do símbolo de liberdade adotado pelos jovens românticos : o condor, águia que habita o alto da cordilheira dos Andes. Seu principal representante foi Castro Alves, seguido por Tobias Barreto e Sousândrade.

Principais Autores Românticos

Casimiro de Abreu
Poeta brasileiro, Casimiro José Marques de Abreu nasceu em São João da Barra, no estado do Rio, em 4 de janeiro de 1837. Poeta de grande inspiração, seus versos ainda hoje apreciados, lidos com admiração. “As Primaveras”, sua coletânea de poemas, ainda continua agradando ao grande público, e as edições sucedendo. Faleceu a 19 de outubro de 1860, com a idade de 23 anos.
José Martiniano de Alencar
Foi bacharel em direito, jornalista, professor, crítico, teatrólogo e Poeta. Escreveu sobre o pseudônimo de IG, em 1856, as “Cartas sobre a Confederação dos Tamoios”. É considerado o fundador do romance brasileiro, já que no Brasil foi o primeiro a dar ao país um verdadeiro estilo literário. Sua obra está repleta de um nacionalismo vibrante, toda ela escrita numa tentativa de nacionalismo puro, numa temática nova, muito brasileira. Publicou :
“O Guarani”, “Iracema”, “Ubirajara”, “As Minas de Prata”, “O Garatuja”, “O Ermitão da Glória”, “Lucíola”, “A Pata da Gazela”,  “O Gaúcho”, “O Tronco do Ipê”, “O Sertanejo” e muitos outros. Faleceu em 1877.
Antônio Frederico Castro Alves
Nasceu na Bahia, em 1847. É considerado um dos maiores poetas brasileiros. Em 1863, começou a participar da campanha abolicionista, escrevendo em um jornal acadêmico seus primeiros versos em defesa da abolição da escravatura: “A Canção do Africano”. Castro Alves participou ativamente das inquietações de espírito, da agitação poética e patriota e das lutas liberais que empolgavam sua geração. Em 1868 transferiu-se do Rio de Janeiro para São Paulo, onde continuou sua campanha abolicionista, declamando seus poemas antiescravista em praça pública. Foi acometido de tuberculose e um acidente ocorrido em uma caçada acabou por consumi-lo. Faleceu em 6 de junho de 1871. Deixou vasta bagagem literária, entre artigos, poesias, etc. “A Cachoeira de Paulo Afonso”, “A Revolução de Minas” ou “Gonzaga”, drama e o livro “Espumas Flutuantes”.
Manuel Antônio Álvares de Azevedo
Poeta brasileiro nascido em São Paulo, a 12 de setembro de 1831. “Lira dos Vinte Anos” é o título de sua obra principal, deixada inédita e publicada após a sua morte ocorrida em dez de março de 1852, no Rio de Janeiro. Escreveu ainda “A Noite na Taverna”, livro de contos, e mais “Conde Lopo”, um Drama, incompleto, aliás. Deixou também traduções e comentários críticos.
Antônio Gonçalves Dias
Poeta brasileiro, nasceu no estado do Maranhão, a 10 de agosto de 1823. Em 1840 foi estudar direito em Portugal, no Colégio de Artes, e foi lá que escreveu sua famosa “Canção do Exílio”. Já formado, embarcou para o Brasil, onde permaneceu muitos anos. Em 1847, lançou           “Os Primeiros Cantos” e, 1848, “Os Segundos Cantos e Sextilhas de Frei Antão”. Em 1849, foi nomeado professor de latim e História do Brasil no Colégio Pedro II. Em 1851, foram publicados os “Últimos Cantos”. Em 1862, bastante enfermo , embarcou para Europa. Em 1864, voltando ao Brasil, faleceu em um naufrágio. Gonçalves Dias é o patrono da cadeira n 15 da Academia Brasileira de Letras.

Análise dos textos

Com certeza, você deve ter observado a força expressiva dos adjetivos, responsáveis pelo clima de idealização da figura do índio; também deve ter percebido que o autor se esforça para integrar o herói à natureza : são atitudes típicas do romântico. Ao ler o romance  Iracema, você perceberá, talvez com maior evidência, essa postura de Alencar; aliás, o nome da heroína, que em tupi-guarani significa “lábios de mel”, é um anagrama da palavra América, ou seja, a heroína é a própria personificação da terra nova, virgem, selvagem. Uma curiosidade : repare como Alencar tem verdadeira fixação pela descrição dos pés de seus personagens, sempre pequenos, ágeis, delicados.
Por outro lado, ao entrarmos no século XX, notaremos uma constante preocupação de autores pré-modernistas ou modernistas em ridicularizar esse tipo de herói romântico. Busca-se, então, um herói mais próximo das realidade brasileira. Jeca Tatu, de Monteiro Lobato, e Macunaíma, de Mário de Andrade, são negações do Peri alencariano.
Lembrança de morrer
(fragmento)
“Quando em meu peito rebentar-se a fibra
Que o espírito enlaça à dor vivente,
Não derramem por mim nem uma lágrima Em pálpebra demente.E nem desfolhem na matéria impura
A flor do vale que adormece ao vento:
Não quero que uma nota de alegria
Se cale por meu triste passamento.
Eu deixo a vida como deixa o tédio
Do deserto, o poento caminheiro- Como as horas de um longo pesadelo   
Que se desfaz ao dobre de um sineiro.                         
(...)
Só levo uma saudade – é dessas sombras Que eu sentia velar nas noites minhas...
De ti, ó minha mãe, pobre coitada
Que por minha tristeza te definhas!                       
(...)
Se uma lágrima as pálpebras me inunda,
Se um suspiro nos seios treme ainda pela virgem que sonhei... que nunca
Aos lábios me encostou a face linda!                      
(...)
Beijarei a verdade santa e nua,Verei cristalizar-se o sonho amigo...
Ó minha virgem dos errantes sonhos,Filha do céu, eu vou amar contigo!
Descansem o meu leito solitário Na floresta dos homens esquecida,
À sombra de uma cruz, e escrevam nela:-    Foi poeta – sonhou – e amou na vida.”
(Álvares de Azevedo)
Percebe-se que Características:  sentimentalismo (amor idealizado), fugas da realidade, saudades da infância, individualismo e desilusão são traços marcantes desta Geração Romântica.
Sugestões de obras literárias:
Amor de Perdição- Autor Camilo Castelo Branco
A Moreninha - Joaquim Manuel de Macedo
LUCÍOLA- José de Alencar


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

La vida es hecha de sueños.







                                                                            MARLI

                                              La vida es hecha de sueños si no hay sueños:
                                                             Cómo vas a vivir?



       

domingo, 22 de maio de 2016

Abraça-me...

Dia do abraço!

O que realmente significa um abraço? Abraça-me?

Um abraço.
Precisava somente de um abraço,
Quem vai entender?

Acredito que:
os mais sensíveis,
os mais românticos,
os mais sábios, talvez
Esses entenderão.

Com apenas um abraço,
Podemos expressar sentimentos,
Nos comunicar de  forma tal, com a qual
Nunca existirão palavras,
Em nenhum idioma.

Isso mesmo, nenhum idioma.
Porque nenhum idioma, tem o poder para decifrar, para traduzir
Um abraço, apenas um abraço.
Ele vai além,
Muito, muito, muito além das palavras...

O abraço é sentido com a alma.
É um carinho especial que fazemos ao outro,
Quando temos a sensibilidade e a oportunidade
De abraçar e sermos abraçados.

Não desperdice abraços.
Abrace conscientemente.
Entendendo que serão tocados de uma forma especial,
Sinta toda a magia de um abraço.

Aproveite o dia de hoje,
Abrace alguém.
Contagie-se e contagie alguém nessa energia
Chamada Abraço!

Aproveitem os abraços eternos,
Aqueles que não saem da memória hummm.
Então, abraça-me...


Por: Marli Dantas


sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Necesitar a alguien...

26 de junho de 2013 às 23:05
Necesitar a alguien no quiere decir que depende del otro para vivir. Necesitar a alguien es saber que cuando algo no ocurre a contento, existe alguien te va a hacer comprender a la vida de otra manera y que tus problemas no son nada delante de todo lo bueno, de toda la amistad y todo el amor que esta persona pone a tu disposición siempre que lo busca, envuelto a una sonrisa que nos trae vida, por eso y mucho más te lo digo sin miedo a equivocarme "TE NECESITO"...(Marli Dantas)

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Não sei se no momento atual exista muita coisa a ser comemorada... Mas o prazer e a gratidão a Deus pelo privilégio de ser professora, isso ninguém pode arrancar de mim. Ser professor não é somente ser um profissional; vai além, envolve sentimento, companheirismo, carinho, amor pelo aluno mesmo que este, algumas vezes, não entenda que quando estamos juntos em uma sala de aula, existe uma troca de aprendizagem. Ninguém é incapaz de transmitir algo, portanto queridos, não me sinto superior a nenhum de vocês. Essa troca de experiências sempre irá existir, e isso muito me alegra.

Para que o aprendizado venha surtir efeito e o nosso legado seja eterno, é necessário comprometimento, responsabilidade, carinho, e muito amor, pois não consertamos peças, não ajustamos máquinas, mas a cada dia nos deparamos com pessoas, que merecem todo o nosso respeito, admiração e afeto.
Ser educador é viver em um mundo que pertence tão somente àqueles que são sensíveis para entender que ensinar é um dom, é uma dádiva, e quem não está inserido neste contexto infelizmente ficará frustrado!

Ser professor é ser amigo!!! Não sou professora por falta de opção, por não me sentir capaz de realizar outras atividades, sou professora porque sou sensível e amo o que faço! Faço com amor, e ainda acredito, tenho esperança e muita fé, que o quadro em que se vive hoje, com relação à educação, é provisório. Posso crer que amanhã será bem melhor e tenho esperança que conseguirei viver essas mudanças e compartilhar cada uma delas com os demais profissionais docentes e com todos os meus amados alunos!!

Com carinho,
Profe Marli Dantas.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

La vida....El amor... El tiempo…


La vida es algo inexplicable, ni siempre  hacemos  lo que  realmente queremos por cuenta de muchos problemas que nos impiden de hacerlos. Sería tan bueno si pudiéramos hacer todo lo que nos gusta y mucho más… Sentir el viento en el rostro como si estuviéramos volando, la sensación de libertad nos trae sentimientos ocultos, diversos y nos proporciona  un bien estar que no conseguimos describir, es algo placentero especial que a nosotros nos encanta, nos excita, nos hace ir más allá de nuestros sueños, más allá de todo lo que atrapa nuestra mente en creer en algo imposible, porque  siempre hay algo que sentimos que solamente el tiempo nos dará las explicaciones, o quizá las soluciones,  porque el tiempo es la cura  de muchos males emocionales y con él la oportunidad de compartir  la alegría, la risa y porque no hablar de la tristeza también, el tiempo es el dueño de todo, y cuando no se puede hacer lo que a nosotros nos parece cierto, el propio tiempo, está encargado de  hacernos  olvidar. Es solamente dar tiempo al tiempo y esperar que todo vaya bien, pero entendemos que no es fácil. Por cierto, algunas veces, intentaremos dar una ayuda  al tiempo como si el propio tiempo fuera incapaz de resolver y devolver la tranquilidad, la paz y quizá el amor que se fue y por algún motivo solo el tiempo nos va a decir si vuelve o no el amor, que muchas veces surgió de una mirada, de una sonrisa, de un beso en la frente o tal vez un beso apasionado que se  volvió  inolvidable…  El corazón no razona, el tiempo no aparca, y la vida es linda. Siempre habrá un nuevo amanecer a cada día,  donde hay la oportunidad de cambiar algo que creemos que se puede cambiar y el cambio podrá ser duradero o no, porque solo cuando amanezca y el otro día venga a saludarnos es que vamos a comenzar  a pensar en todo y quizá en los próximos cambios.
Entonces así es la vida, la sabiduría debe ser nuestra compañera de todos los días para que las decisiones sean hechas de forma agradable sin causar daños porque la vida, el tiempo y todo más pasarán. Eso ocurre en nuestras vidas, en la vida mía y tal vez en la tuya… Bueno, así es… (Marli Dantas)



sábado, 12 de janeiro de 2013



El amor, tú y yo

Cuando llego junto a ti,
Percibo que es lo mejor que vivi,
Siento mi corazón latir más fuerte,
Pienso que es normal lo que siento por ti,

Pero mi alma me dijo que no,
Me aconseja para ser fuerte,
y luchar hasta la muerte,
Que seré la vencedora.

Solamente mi alma consigue explicarme lo que siento,
Porque es con el alma que te amo y te necesito,
Tú me despiertas los sentimientos más distintos,
A veces deseo verte y estar cerca de ti.

Otras veces te quiero lejos,
Por pensar que voy a enloquecer de tanto amar,
Es una locura que me deja contenta,
Pues refleja en mi ser toda transparencia

De estar enamorada,
Por una persona tan especial
Y con todos los atributos
Que se espera de un hombre amado y leal.

Que sea eterno ese amor
Que el tiempo no sea encargado
De aniquilar mis más profundos sentimientos,
Mas pasándose los años se quede aún más encantador.

Que tenga mucha vida
Y jamás se muera o se pierda
Que yo no me olvide de sentimientos tan profundos
Que llevan a sensaciones
Fuertes y notables.

A veces malas
Otras veces buenas y memorables
Como es bueno amar y sentirse enamorada
De una manera placentera e indescriptible...

Marli Dantas

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

A expectativa de vivermos um Ano Novo...

                 A expectativa de vivermos um novo ano...

E assim começamos mais um ano na expectativa de acertarmos, de não nos culparmos por problemas oriundos da nossa própria falta de capacitação em lidarmos com as dificuldades da vida.
Na certeza de que tudo o que plantarmos, colheremos portanto precisamos ter cuidado de preparar o solo para quando vier o tempo da colheita ela seja farta e nos encha de contentamento, a tal ponto que nos venha um gozo jamais sentido o prazer inefável de dias recompensadores e cheios de pureza e oportunidade de vencermos porque a maior vitória, o maior milagre já está acontecendo que é a "VIDA". Que venha 2013 e que cada dia tenha surpresas agradáveis e sabor de fruta cítrica porque nos faz reagir de forma engraçada quando nos enche de saliva a boca, sensações que só sentem quem é sensível e está disposto a degustar e aprovar ou não cada sabor....
                                                                           (Marli Dantas)

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

A incansável busca pela felicidade!





A vida é uma incansável busca pela "tal" FELICIDADE, porém algumas vezes não nos damos conta que ela está tão próxima de nós que a ignoramos e perdemos ou deixamos escapar , de repente, a única oportunidade de não nos curvarmos aos maléficos efeitos, daquela que não esperamos, a INFELICIDADE. Então, sugiro algumas dicas que podem ser úteis, quem sabe? Permita-se, viva cada dia como se fosse o último e não desperdice a oportunidade de dizer: Te Amo, nem que seja pela última vez... ( Marli Dantas ).

terça-feira, 17 de maio de 2011





Marli

La vida es hecha de sueños, sí no hay sueños: Como vas a vivir?



                                               





sábado, 19 de dezembro de 2009

Literatura Portuguesa (Os Lusíadas - Autor e Obra)

Os Lusíadas


            Os Lusíadas, clássico da Literatura Portuguesa, que narra de forma magistral, a viagem de Vasco da  Gama ao  redor da África e a descoberta do caminho marítimo ppara  as  Índias. Segundo José  Maria Rodrigues, um conhecido historiador, "Os Lusíadas são, ao  mesmo tempo, um poema e um museu, um monumento duplamente nacional, erigido  pelo gênio do poeta, para glorificar a  pátria, com materiais buscados principalmente em obras portuguesas".
            O autor desta magnífica Obra é Luís Vaz de Camões, um intelectual do Renascimento. Escreveu nesta Obra épica inesquecível, fatos onde são comemorados não apenas a Glória de  Deus, mas  também uma  raça, um homem, excepcionalmente o homem lusitano, desbravador e navegador.
            Camões é considerado um ícone da Língua Portuguesa e da Literatura Universal, comparando-se aos gêneros de Cervantes e Shakespeare; deixou para deleite  dos leitores, uma Obra  imortal.
            Em torno  de  seu  nome, existe uma lenda que parece derivar de uma ave, denominada "camão", conta a lenda, que esta  ave morre na ccasa onde houver suspeita dde infidelidade conjugal. Conta-se que um parente do poeta, suspeitando da fidelidade de sua  mulher, submeteu-a à prova, trazendo um "camão" para  a casa onde viviam, porém, a ave não  morreu, restituindo, desta forma, a confiança ao marido, que, por gratidão adotou-lhe o nome. Camões refere:
               
                                     "Experimentou-se algum'hora
                                      Da ave, que chamam Camão,
                                      Que se da casa onde mora
                                      Vê adúltera a senhora,
                                      Morrre de pura paixão."

              Os  Lusíadas, contém dez cantos perfeitos, no qual, por ordem poética; se declaram  em versos, os feitos dos portugueses nas partes da Índia, depois que fora descoberta  a navegação para lá.
              Vou ater-me ao Canto terceiro, no  qual, o  poeta narra a magnificiência com que Vasco da Gama é recebido pelo rei de Melinde, a quem Mercúrio havia falado do valor e da honradez dos lusos.
              Me senti muito inpirada ao  ler este Canto, o episódio de Inês de Castro me fascinou, nele o amor é personificado, como o pior dos deuses, porque leva a morte os seus escolhidos.
              Inês de  Castro foi coroada Rainha depois de Morta e declara que o seu único crime foi enntregar-se ao amor, ela é retratada como a mulher do colo  de alabastro, sua morte foi trágica, ela foi apunhalada no coração e decapitada.
              A morte de Inês de Castro, é comparada a uma flor, cortada antes do tempo.

                  Poema Dedicado a Inês de Castro

   Oh! Bela e formosa Inês!
   Que por ser de outra dinastia
   Tanto sofreu por mãos de cruéis soldados
   Somente por Amor a um Príncipe idolatrado.

   Oh! Terra Lusitana!
   Que tanta fama trouxe a história!
   Foste o palco de um trágico amor, entre um príncipe e uma plebéia
   Que tanto sofreu com esse amor exacerbado por ser filho da Terra.

   Oh! Príncipe inigualável!
   Coroaste com prazer a bela Inês
   Que mesmo morta
   Fora contemplada a Reinar com Glória e Majestade!
   Mesmo não estando entre os "vis" mortais.

   Oh! Amor incomparável!
   Que tanto sofrimento ocasionou
   Mas, com toda certeza
   Teve seus momentos louváveis na eternidade
   E na História D' Além-Mar
   Ficara gravada para sempre na memória!!

                                                      (Marli Dantas).

sábado, 5 de dezembro de 2009

Um dom divino que tem o poder de tocar a alma!!!!!



                  Nada melhor do que começar falando de amor, através de uma composição, feita por mim, que ficará sendo o  nosso  primeiro  contato!!!!!
            
                            O amor...um  dom  divino  que  tem o  poder de tocar a minha  alma!

                  Um dos sentimentos  mais  profundos que envolvem  a minha, tocando-a de forma suave e agradável  é o amor... 
                  Sentimento  forte,  duradouro, perfeito e algumas vezes  inexplicável, é o  que  existe  de  essencial em minha vida, é  tudo  o  que há de  bom e encantador, que nos fornece momentos inesquecíveis que ficarão guardados para sempre em nossa memória.
                  O que seria das pessoas se não houvesse esse sentimento tão prazeroso que  nos  leva a sentir fortes emoções? Com  certeza a vida não teria  o  menor sentido, pois o  amor é mágico, traz  alegria e muita  vontade de vivê-lo intensamente.
                  É um  sentimento  que une as  pessoas, fazendo-as sonhar e se entregar sem reservas, a pessoa amada,  na certeza de que nem  a distância irá prejudiccar essa  relação, pois um completa o  outro.
                 A minha alma  é tocada pelo amor que brota de dentro do meu  coração invadindo todo o meu ser, fazendo-me mais feliz a cada dia e me dando forças para viver mais e mais esse amor.
                 Amor  que com certeza será eterno, pois é sincero e verdadeiro e tem a capacidade de vencer todos os obstáculos.
                                                                                                                  Marli Dantas
Criado em maio de 2009.

Obs: A  imagem mostrada acima é o  fruto de um  grande amor...